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Charge: Vikings ou Colombo?

outubro 10, 2014

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O cachorro que foi condenado a prisão perpétua por ter matado um gato

setembro 20, 2014
Pep em foto com placa identificadora típica de detentos

Pep em foto com placa identificadora típica de detentos

Este marginal se chamava Pep, um cachorro que foi condenado a prisão perpétua a a partir de 12 de agosto de 1924 por Gifford Pinchot, então governador do estado norte-americano da Pensilvânia. Pep sofreu esta folclórica condenação porque matou o gato de estimação da esposa do governador, mas sua vida de presidiário deve ter sido melhor do que sua experiência na residência do político, pois na Eastern State Penitentiary foi bastante animada, pois lá o animal foi bem recebido e mimado pelos detentos, sendo o mascote da cadeia. Pep passou animados 10 anos na cadeia até sua morte, em 1934.

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O Golpe começou em Washington – Livro publicado (e apreendido) durante a Ditadura Militar é relançado e está disponível para novos leitores

setembro 3, 2014

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Desde que se esgotou rapidamente nas livrarias em 1965, com ajuda da polícia, que apreendeu exemplares em vários pontos do país, O Golpe começou em Washington é agora reeditado pela primeira vez. De autoria do conhecido jornalista e historiador Edmar Morel (1912-1989), fez parte da primeira leva de publicações contrárias ao golpe civil-militar de 1964 e trazia à tona fato que posteriormente ficaria cada vez mais evidente e comprovado: a ingerência direta militar e política dos EUA no Brasil. Redigido em estilo ágil, a obra traz farta documentação e análises críticas sobre o traumático e ainda mal compreendido episódio transcorrido há cinquenta anos.

O livro pode ser relido através de relançamento realizado pela Paco Editorial.

Clique aqui e adquira o livro no site da editora.  

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Lobisomens “de verdade”

agosto 14, 2014

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As narrativas sobre criaturas misteriosas meio-homens e meio-lobos, os populares lobisomens, não são novas. Casos de assassinos seriais eram suscetíveis de gerar no imaginário das pessoas a associação entre os criminosos a alguma condição fantástica que os qualificavam como espécies de “lobos humanos” (licantropia). Alguns “lobisomens” ficaram famosos.

A Inquisição chegou e lidar com um caso curioso envolvendo lobisomens. Três indivíduos foram acusados em 1521 na cidade de Poligny, na França. Um viajante certa vez foi atacado por um lobo e para se defender atingiu o animal e lhe provocou um ferimento. Após ferir o animal selvagem, o homem acompanhou o rastro de sangue que ele deixou enquanto fugia e percebeu que o tal rastro seguia até uma cabana, onde encontrou um homem ferido e ensanguentado sendo amparado por sua mulher. O viajante comunicou o incidente às autoridades, que foram em busca do suposto lobisomem, identificado como Michel Vedun. Após torturas, Verdun confessou que era um lobisomem, que possuía um pacto com o Diabo, que cometia crimes e comia carne de suas vítimas, afirmando ainda que possuía dois cúmplices nas mesmas condições. Os três lobisomens foram executados sumariamente.

Ainda na França no Século XVI, um indivíduo chamado Gilles Garnier aterrorizou muita gente que acreditava que ele se transformava em lobo e matava crianças. Garnier era na verdade um recluso assassino em série que praticava canibalismo e foi capturado após o desaparecimento de um menino, sendo em seguida queimado vivo por habitantes revoltados da cidade de Dole em 1573.

Em 1598, em Paris, um assassino brutal causou tanto pânico que muitos acreditavam que ele se transformava em lobo para atacar pessoas. Era o caso do “Alfaiate Demônio”, que foi preso pelo assassinato de várias pessoas de uma mesma família e em cuja residência foi encontrado um barril repleto de ossos humanos. Enquanto era executado, a besta-humana pronunciou blasfêmias e ameaças – o que acrescentou ainda mais temor aos assustados habitantes atormentados pelo suposto lobisomem.

Em 1685, na cidade bávara de Ansbach (atual Alemanha), um lobo aterrorizava a população que acreditava que o animal era um ex-prefeito da cidade e o bicho foi caçado, morto e depois vestido com as roupas daquele que era acusado de ser a fera. A carcaça vestida do lobo ficou em exibição na cidade.

Além desses, vários outros casos curiosos foram registrados na Europa dando conta da existência de criaturas híbridas que misturavam características humanas e caninas. Vários indivíduos alardearam possuir tais característica e muitos foram acusados da mesma condição, o que acabou popularizando as temíveis figuras dos lobisomens ao longo dos anos.

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O verdadeiro Drácula

agosto 14, 2014

Texto de Rodrigo Lara – originalmente publicado neste link

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Um príncipe chamado Vlad III inspirou uma das lendas mais famosas da História. Saiba quem foi ele e entenda melhor o contexto histórico em que viveu, a Idade Média.

Assistiu a Crepúsculo e gostou? Quer saber um pouco mais sobre vampiros? Pois saiba que o filme de 2008 adapta diversas lendas relacionadas aos sugadores de sangue. No filme, por exemplo, Edward Cullen não enfrenta grandes problemas ao sair no sol, como acontece com os vampiros no imaginário popular. Ele tampouco sofre com alho ou tem problemas em se arrumar na frente do espelho devido à ausência do seu reflexo.

Falemos então de um vampiro à moda antiga, o maior de todos: o Conde Drácula. O personagem, criado por Bram Stoker, é inspirado em uma pessoa real: Vlad III, príncipe da Valáquia, região na atual Romênia situada entre o rio Danúbio e os montes Cárpatos. Conhecido pela alcunha de Vlad III, o Empalador, ele governou a região em 1448, de 1456 a 1462 e em 1476. Como seu sinistro título sinaliza, Vlad era famoso pela crueldade contra seus inimigos.

Vlad nasceu em 1431 na Transilvânia, outra região da atual Romênia, numa época em que seu pai, Vlad II – ou Vlad Dracul -, tentava ascender ao trono local. Vlad III, o Drácula (que significa “filho de Dracul”), chegou ao trono em 1448. Seu primeiro reinado, contudo, duraria apenas dois meses, já que fora exilado por apoiar os turcos em sua expansão pela Europa.

Nessa época, o Império Otomano estava em evidência, expandindo-se rumo à Europa e ao Oriente Médio. “Com a fragmentação do Império Romano do Oriente após a queda de Constantinopla, a região em que se situava a Romênia era presa fácil para o expansionismo turco”, explica Lucas Kooama, professor de história do cursinho Anglo. É um novo caso do embate entre o Islã e o cristianismo, como visto, por exemplo, durante as cruzadas entre os séculos XI e XIII.

A ausência de um poder centralizado na Europa facilitou a expansão turca e sua constante fixação como um império gigante, que durou por cerca de 500 anos. “O Império Otomano era unido pela religião e era muito poderoso. Sua expansão teve sucesso em diversos aspectos, tanto é que ele durou até o fim da Primeira Guerra Mundial”, explica Lucas. Além das invasões, a ascensão dos otomanos teve como consequência a estrangulação das rotas de comércio entre Oriente e Ocidente, resultando, anos depois, nas Grandes Navegações.

Vlad III retornou à Valáquia em 1456, ficando até 1462. E é nesse período que a sua fama “vampiresca” se espalhou, começando com o fato de que, quando retornou à região, ele era muito parecido com o seu pai. Graças à imaginação bastante fértil daqueles que viveram na Idade Média, a população se confundiu, achando que Vlad II teria ressuscitado e, criando assim, a lenda da imortalidade de Vlad III, característica primordial de qualquer vampiro que se preze.

A crueldade de Drácula e a excentricidade de seus hábitos alimentaram várias lendas. Seu castelo ficava em uma região afastada, entre montanhas, alimentando os boatos de mal-assombrado. Os turcos, em sua expansão rumo à Europa, também foram vitimados pela crueldade de Vlad III, que tinha como hábito ter suas refeições entre as estacas que continham suas vítimas empaladas. Daí a lenda de que o Conde Drácula se alimentava de sangue humano.

Empalar era sua diversão e o método servia para punir inimigos e súditos menos exemplares. Mas suas formas de punição não se resumiam às estacas. Certa vez, mensageiros do sultão Maomé II sentiram na pele a criatividade de Vlad III. Ao se recusarem a tirar seus turbantes na frente do regente da Valáquia, os dois tiveram o adereço pregado às suas cabeças como castigo.

Vlad III acabou morto pelos turcos em 1476. Sua cabeça ficou exposta em Constantinopla, na ponta de uma estaca. O seu corpo foi enterrado em Snagov, uma ilha-monastério localizada nos arredores de de Bucareste, capital da Romênia. Séculos depois, em 1931, arqueólogos escavaram o túmulo e foram surpreendidos ao não encontrar nenhuma ossada humana, apenas de animais. Não é à toa que Vlad III, O Empalador, se tornou o símbolo dos vampiros.

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Sugestão de leitura: “A História da Máfia”

julho 8, 2014

image001A História da Máfia apresenta os personagens obscuros por trás do mito da Máfia. Rastreia a história da organização desde a sua origem no século XIX como sociedade revolucionária camponesa até a derrubada do poder francês. Mostra também sua atração nos tempos modernos, com conquista. De partes do governo italiano e ocupando lugar de destaque em diversos acontecimentos da história do Mundo.

Também traz uma história minuciosa do papel da Máfia na Itália e nos Estados Unidos.Para quem deseja conhecer a verdade sobre o crime organizado e entender as forças violentas que o configuraram no último século, este livro é um guia indispensável.

A narrativa cativante mapeia o crescimento dessa pequena sociedade secreta insular até se tornar um gigantesco “polvo do crime”, com tentáculos que atingiam todos os níveis da sociedade ocidental além do submundo criminoso, atingindo também os escalões mais altos da política.

É mais uma publicação da M. Books disponível em livrarias por todo Brasil.

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Sugestão de leitura: “Titanic – A verdadeira e trágica história e atos de heroísmo de seus passageiros”

julho 8, 2014

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Mais de 1.500 pessoas morreram no naufrágio do Titanic, muitas afogadas, mas a maioria de hipotermia na fria noite de 15 de abril de 1912 no Atlântico Norte.

Os sobreviventes do desastre levaram para suas casas histórias de heroísmo e de covardia, de calma e de pânico, de honra e de desonra. E muitos desses relatos fazem parte deste livro do historiador inglês Rupert Matthews, que a editora M. Books acaba de publicar.

Clique aqui e veja mais detalhes sobre a obra e sobre sua aquisição.

 

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